A biodiversidade amazônica como cai no ENEM

Publicado em 09/04/2013

A biodiversidade pode ser definida como a variedade e a variabilidade entre os organismos vivos e a complexidade ecológica na qual elas ocorrem. Ela também é compreendida como uma associação de diversos componentes hierárquicos, tais como: ecossistema, comunidade, espécies, populações e genes, em determinada área. Ela varia de acordo com as diferentes regiões ecológicas, e é maior nas regiões tropicais do que nas regiões temperadas.

Podemos dizer, então, que a biodiversidade é a variedade de vida no nosso planeta, incluindo a variedade genética dentro das populações e espécies, além da variedade de espécies da fauna, flora, de fungos e de microrganismos.

 A Amazônia possui a maior biodiversidade do planeta, pois possui florestas úmidas, matas de terra firme, manguezais, cerrados e savanas. Os rios da região são responsáveis por 1/5 da água doce da superfície terrestre.

Estudiosos indicam que apenas 10% das espécies amazônicas sejam conhecidas e a grande maioria do conhecimento cientifico produzido na região é de estudiosos estrangeiros, ou seja, a preservação da floresta é de interesse internacional.

Além da biodiversidade, outro importe serviço prestado ao meio ambiente pela Floresta Amazônica, é a retirada de dióxido de carbono (CO2 ) da atmosfera por meio da fotossíntese. Esse elemento químico é o grande vilão do efeito estufa.

Mas não é só isso, a Amazônia concentra 70% da reserva hídrica do Brasil com possibilidades de geração de energia e esse fator foi gerador de uma grande controvérsia envolvendo as obras da usina de Belo Monte, nas região do Xingu, no Pará. Os números dessa obra são impressionantes, ficando atrás apenas da grandeza de Itaipu, no Paraná.

A argumentação dos ambientalistas que se posicionaram contra essa obra giram em torno do fato de que a hidrelétrica vai tirar a água de dez terras indígenas, envolvendo 2,2 mil índios. O governo argumenta que esses danos podem ser minimizados e que o custo/benefício valerá a pena.